Tudo igual como sempre foi

corrupção

Das mais altas palmeiras

Uma escolhida a liderar

A palmeira em que as outras devem se espelhar

É um espelho sujo e cheio de mágoas

Que nem águas podem lavar

A sujeira que mancha uma nação

É na verdade um movimento chamado corrupção

Que destrói a alma e só constrói ilusão

Uma espada de dois gumes

Que atravessa o coração

E vai se resultar

Na hora da eleição

Pois se partido fosse bom,

Ele seria inteiro

Construído por todos nós

E não governado pelo tal eleito

O eleito que com um braço abraça

E nos rouba com outro

Vamos recomeçar

Trazer de volta nosso ouro

E o orgulho que nos restou

Procurar o desaparecido tesouro

Que o poder nos tomou

(Por Bianca Roberta, Gabriela Delorenço, Lucas Oliveira e Vanessa Monteiro, 2º Etim)

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